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Índice
Prefácio
Introdução
Questões
gerais sobre FOP
FOP
e Genética
Como
a FOP afeta o corpo
Cuidados
e Tratamento
Atividades
Sentimentos
sobre a FOP
Endereços
e telefones úteis
Recursos
para as Famílias
Idéias
para Independência
Artigos médicos
Agradecimentos
e contribuições
Como Obter Cópias Deste Livro
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Fibrodisplasia
Ossificante Progressiva (FOP): Resumos de Publicações
Médicas
Nesta
parte do livro apresentamos uma seleção bibliográfica
de artigos de valor clínico para pessoas com FOP. Estes artigos
foram publicados em revistas médicas de destaque, sendo assim
consultados por vários médicos e cientistas. Estes
artigos lidam com muitos dos assuntos discutidos neste livro: genética,
imunizações, fraturas ósseas, edemas dos membros,
iontoforese, anestesia, etc. Os autores deste livro reconhecem que
podem haver momentos em que o seu médico possa querer saber
mais sobre estes assuntos, desejando obter alguns destes artigos,
tanto para aprender mais sobre FOP como para tentar resolver um
problema específico. Para ajuda-lo a saber se um determinado
artigo traz as informações que ele necessita, nós
incluímos um breve resumo dos mesmos.
Buyse
G, Silberstein J, Goemans N, Casaer P. Fibrodysplasia Ossificans
Progressiva: still turning into wood after 300 years?( Fibrodisplasia
Ossificante Progressiva: continua se transformando em madeira após
300 anos?) Eur J Pediatr. 154:9, 694-9, Sept. 1995.
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A FOP, doença
genética rara, autossômica dominante, é
caracterizada por anormalidades esqueléticas congênitas
simétricas e ossificação heterotópica
progressiva dos tecidos conectivos. No presente, mais de 300
anos após sua primeira descrição, feita
por Patin em 1648 (na qual ele descreveu uma mulher que havia
"se transformado em madeira"), a patogênese da doença
continua desconhecida e seu tratamento limitado a medicações
sintomáticas. Entretanto, um progresso significativo
ocorreu recentemente e novos dados a respeito da organização
molecular e regulação da formação
óssea normal e anormal parecem conduzir a uma terapia
mais específica. A FOP parece ser uma desordem genética
causada por uma expressão anormal do programa de osteogênese
endocondral e várias "pistas vindas das moscas", relatadas
por Kaplan et al. em 1990 sugerem uma mutação
com ganho de função na regulação
das proteínas morfogenéticas ósseas.
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Cohen
RB, Hahn GV, Tabas JA, Peeper J, Levitz CL, Sando A, Sando N, Zasloff
MA, Kaplan FS. The natural history of heterotopic ossification in
patients who have fibrodysplasia ossificans progressiva -- a study
of 44 patients. . (A história natural das ossificações
heterotópicas em pacientes que têm fibrodisplasia ossificante
progressiva &endash; um estudo de 44 pacientes) J. Bone Joint
Surgery, 75-A: 215-219, 1993.
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Quarenta e quatro
pacientes com FOP responderam pelo correio a um questionário
sobre a idade do início das ossificações
heterotópicas em quinze áreas anatômicas
mais comumente envolvidas. A idade média dos pacientes
no momento da resposta a este questionário era de vinte
e sete anos (em um grupo que variou entre três e sessenta
e nove anos). A idade média de início das ossificações
foi de cinco anos (em um grupo que variou do nascimento a
vinte e cinco anos). Os locais mais precocemente afetados
pelas ossificações heterotópicas foram
o pescoço, coluna, e a cintura escapular. Por volta
dos quinze anos de idade, quarenta e dois (mais de 95%) dos
pacientes tinham a motilidade dos membros superiores severamente
restrita. Nestes pacientes, a ossificação heterotópica
ocorreu nas seguintes direções: axial para apendicular,
craniana para caudal, e proximal para distal; este parece
ser um padrão típico da FOP.
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Cohen
RB, Kaplan FS. Diagnosis: Natural History of heterotopic ossification
in patients who have fibrodysplasia ossificans progressiva.(Diagnóstico:
História Natural das ossificações heterotópicas
em pacientes que têm fibrodisplasia ossificante progressiva)
Orthopaedics and Rheumatology Digest, 8: 18-19, 1993.
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Este artigo
apresenta uma breve revisão de como a FOP afeta o corpo.
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Connor
JM. Fibrodysplasia Ossificans Progressiva: Lessons from Rare Maladies.
(Fibrodisplasia Ossificante Progressiva: Lições de
Doenças Raras). The New England Journal of Medicine. 335:8,
591-3, agosto 1996.
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Este artigo
é um editorial sobre a recente descoberta da hiper-expressividade
da proteína morfogenética óssea 4 em
pacientes que possuem FOP. É um dos dois artigos sobre
FOP publicados em 22 de agosto de 1996 nesta revista.
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Connor
JM, Evans DAP. Fibrodysplasia Ossificans Progressiva. The Clinical
Features and Natural History of 34 Patients.(Fibrodisplasia Ossificante
Progressiva. As Características Clínicas e História
Natural de 34 Pacientes). J. Bone Joint Surgery. 64-B: 76-83,
1982.
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Trinta e quatro
pacientes com FOP são descritos. A progressão
da incapacitação foi errática em todos,
mas a severa restrição dos movimentos dos ombros
e coluna foi comum por volta dos 10 anos de idade; os quadris
foram envolvidos geralmente aos 20 anos, e muitos pacientes
estavam confinados à cadeiras de rodas por volta dos
trinta anos. Fatores que exacerbaram o quadro foram traumatismos
aos músculos, biópsias das lesões ("calombos"),
cirurgias para extração dos ossos heterotópicos,
injeções intramusculares, punções
venosas e tratamentos dentários. A progressão
da doença não parece ser afetada por nenhum
tipo de tratamento e o cuidado com os pacientes deve se concentrar
em evitar os fatores que podem piorar a doença.
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Connor
JM, Skirton H, Lunt PW. A three generation family with fibrodysplasia
ossificans progressiva(Três gerações de uma
família com fibrodisplasia ossificante progressiva). J.
Med. Genet., 30: 687-689, 1993.
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Uma família
com cinco pessoas afetadas pela fibrodisplasia ossificante
progressiva (miosite ossificante progressiva) em três
gerações é descrita. Este é o
primeiro caso bem documentado de três gerações
de uma mesma família com a doença e dá
maiores evidências quanto à herança autossômica
dominante. Uma variedade de fenótipos da doença
é apresentada, desde a formação incapacitante
de ossos e morte prematura, até um adulto assintomático
e com a característica malformação dos
hálux.
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Einhorn
TA, Kaplan FS (1994). Traumatic fractures of heterotopic bone in
patients who have fibrodysplasia ossificans progressiva (Fraturas
traumáticas de ossos heterotópicos em pacientes que
têm fibrodisplasia ossificante progressiva) . Clin. Ortho.
Rel. Res., 308: 173-177.
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Foram estudados
casos de fraturas traumáticas e patológicas
no esqueleto normotópico de pacientes com FOP. Este
artigo fala de duas crianças com FOP que sofreram fraturas
traumáticas de ossos heterotópicos ao redor
dos cotovelos. Nas duas crianças as fraturas se resolveram
de forma tranqüila, com o aparecimento normal de calos
ósseos. Estes dois casos, extremamente raros, sugerem
que a resposta biológica às fraturas ocorridas
no esqueleto heterotópico das pessoas com FOP parece
ser igual à que ocorre no o esqueleto normotópico.
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Glaser
DL, Rocke DM, Kaplan FS. Catastrophic falls in patients who have
fibrodysplasia ossificans progressiva (Quedas catastróficas
em pacientes com fibrodisplasia ossificante progressiva) Clinical
Orthopaedics and Related Research. Out.1997.
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Houveram numerosos
relatos de quedas catastróficas em pacientes com FOP.
Para determinar a incidência da morbidade e mortalidade
associadas às quedas nesta população
de pacientes, os autores entrevistaram os 135 pacientes membros
da IFOPA, bem como um grupo controle com idade e sexo semelhantes.
Oitenta e um porcento da população com FOP sofreu
alguma queda que resultou em traumatismo comparado a 44% do
grupo controle. Sessenta e sete porcento das quedas deram
início a um surto doloroso de FOP, levando à
perda permanente dos movimentos em quase todos os pacientes.
Cinqüenta e quatro porcento de todas as quedas sofridas
pelo grupo de FOP conduziu à incapacitações
permanentes, comparadas a 4% de todas as quedas do grupo controle.
Deficiências na coordenação da marcha
e na função de proteção durante
as quedas contribuem para aumentar a gravidade dos traumas
na população com FOP. São recomendadas
precauções para minimizar os riscos de trauma,
sem comprometer o nível funcional do paciente e sua
independência.
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Hahn
G, Kaplan FS. Heterotopic Ossification: In Basic Science of Osteogenesis(Ossificação
Heterotópica: Introdução à Ciência
Básica da Osteogênense, Brighton, CT, ed. American
Academy of Orthopaedic Surgeons, 1994.
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Este artigo
apresenta uma breve revisão de todas as formas de ossificação
heterotópica.
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Janoff
H, Cohen R, Shafritz A, Bieler J, Wozney J, Zasloff M, Kaplan F
and Shore E. Submandibular swelling in patients who have fibrodysplasia
ossificans progressiva: a life threatening complication(Edema submandibular
em pacientes que têm fibrodisplasia ossificante progressiva:
uma complicação com risco de vida). . J Otolaryngology&endash;Head
and Neck Surgery, 114: 599-604, 1996.
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Doze de 107
pacientes com FOP (11%) apresentaram ossificações
heterotópicas submandibulares (abaixo da mandíbula
/ área do queixo) que foram inicialmente erroneamente
diagnosticadas em sete pacientes como caxumba, edema angioneurótico,
abcesso, mononucleose ou neoplasia. Um programa de tratamento
efetivo incluiu a identificação precoce do surto
submandibular, evitar a manipulação da lesão,
suporte nutricional, tratamento com corticóides e medidas
para evitar a obstrução das vias aéreas.
O edema submandibular é uma emergência médica
que requer cuidados intensivos e medidas para evitar complicações
clínicas desastrosas.
(Um artigo similar
foi publicado no Bone and Min. Research. 9 (Suppl 1), S428,1994.)
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Janoff
HB, Tabas JA, Shore EM, Muenke M, Dalinka MK, Schlesinger S, Zasloff
MA, and Kaplan FS. Mild Expression of fibrodysplasia ossificans
progressiva. (Expressão branda da fibrodisplasia ossificante
progressiva) J. Rheumatology. 22:976-8, 1995.
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Três casos
incomuns de FOP com manifestações brandas foram
descritos: um homem de 80 anos, uma mulher de 44 anos e uma
mulher de 17 anos. O homem (cuja filha tinha as características
clássicas da FOP) não tinha malformações
nos hálux e teve uma progressão lenta, pouco
usual da doença. As duas mulheres tiveram início
tardio das ossificações heterotópicas.
A mulher mais velha também apresentou uma progressão
lenta e incomum da doença. Na época do estudo
os três pacientes foram acompanhados ambulatorialmente.
O reconhecimento de uma forma branda de FOP irá influenciar
no diagnóstico, discussão, e pesquisa nesta
rara doença.
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Janoff
HB, Muenke M, Johnson LO, Rosenberg A, Shore EM, Okereke E, Zasloff
M, and Kaplan FS. Fibrodysplasia ossificans progressiva in two half-sisters:
Evidence for maternal mosaicism. (Fibrodisplasia ossificante progressiva
em duas meio-irmãs: Evidências de mosaicismo materno).
Amer. J. Med. Genet., 61:320-324, 1996.
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As características
clássicas da FOP foram observadas em duas meio-irmãs
americanas, filhas da mesma mãe não afetada
e de pais diferentes também não afetados pela
doença. Este é o primeiro relato de FOP em irmãs
de gestações diferentes cujos genitores eram
saudáveis. Os achados nesta família sugerem
a ocorrência de mosaicismo gonadal materno na FOP e
dão novos dados importantes para a discussão
genética sobre a doença.
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Kaplan,
FS, Shore, EM, Zasloff, MA. Fibrodysplasia Ossificans Progressiva:
Searching for the Skeleton Key (Fibrodisplasia Ossificante Progressiva:
Procurando pela Chave do Esqueleto). Calcif.Tissue Int. 59: 75-78,
1996.
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Este editorial,
acompanhado por resumos do Segundo Simpósio Internacional
sobre FOP (ocorrido na Filadélfia de 29 a 31 de outubro
de 1995), discute a rara condição da FOP e dá
informações sobre as pesquisas em andamento.
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Kaplan
FS, Tabas JA, Gannon FH, Finkel G, Hahn GV, Zasloff MA. The histopathology
of fibrodysplasia ossificans progressiva: an endochondral process
(A histopatologia da fibrodisplasia ossificante progressiva: um
processo endocondral). J. Bone Joint Surgery. 75-A: 220-230,
1993.
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Para ilustrar
melhor as características biológicas da FOP,
biópsias de onze pacientes foram revistas. Em seis
crianças, os resultados das biópsias de lesões
recentes (antes do aparecimento das ossificações)
haviam sido interpretados erroneamente, revelando diagnósticos
de fibromatose ou sarcoma. Este estudo estabeleceu os achados
histopatológicos predominantes associados à
FOP e pode servir como base para se postular um gen candidato
à patogênese da doença. A biópsia
da lesão não é necessária para
a realização do diagnóstico, e, uma vez
que costuma conduzir a uma piora da condição
do paciente, deve ser evitada.
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Kaplan
FS, McCluskey W, Hahn G, Tabas JA, Muenke M, Zasloff MA . Genetic
transmission of fibrodysplasia ossificans progressiva: a report
of a family. (Transmissão Genética da fibrodisplasia
ossificante progressiva: um relato de uma família). J.
Bone Joint Surgery. 75-A: 1214-1220, 1993.
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A transmissão
genética da FOP de um pai afetado para seus três
filhos é avaliada neste trabalho. Apesar de se suspeitar
há muito tempo de uma transmissão genética
autossômica dominante, os achados nesta família
confirmam este tipo de herança e são uma base
para o diagnóstico e aconselhamento dos pacientes com
a doença.
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Kaplan
FS, Craver R. MacEwen GD. Finkel G. Hahn G, Gardner RJM, Zasloff
MA. Progressive Osseous Heteroplasia: A Distinct Developmental Disorder
of Heterotopic Ossification. (Heteroplasia Óssea Progressiva:
Uma Doença Distinta com Desenvolvimento de Ossificação
Heterotópica). J. Bone Joint Surgery. 76-A: 425-436,
1994.
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Dois novos casos
de Heteroplasia óssea progressiva severa, bem como
os achados no mais recente "follow up" de três pacientes
cujos casos foram relatados anteriormente foram avaliados.
As características da heteroplasia óssea progressiva
(POH) justificam sua classificação como uma
desordem distinta com desenvolvimento de ossificações
heterotópicas.
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Kaplan
FS, Strear CM, Zasloff MA. Radiographic and scintographic features
of modeling and remodeling in the heterotopic skeleton of patients
who have fibrodysplasia ossificans progressiva (Características
radiológicas e cintilográficas da modelação
e remodelação do esqueleto de pacientes com fibrodisplasia
ossificante progressiva). Clin. Ortho. Rel. Res., 304: 238-247,
1994.
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Para demonstrar as
características radiológicas e cintilográficas
da modelação e remodelação do
esqueleto heterotópico em pacientes com fibrodisplasia
ossificante progressiva, radiografias de 47 pacientes e cintilografias
de 12 destes pacientes confirmaram o diagnóstico da
doença e foram revistos. Foi observada uma grande quantidade
de características normais de modelações
e remodelações ósseas no esqueleto heterotópico
em todos os pacientes estudados, menos nos dois mais novos
(com 1 ano de idade).
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Kaplan
FS, Hahn GV, Zasloff MA. Heterotopic ossification: Two rare forms
and what they can teach us ( Ossificações Heterotópicas:
Duas formas raras e o que elas podem nos ensinar).. J. AM. Acad.
Ortho. Surg., 2: 288-296, 1994.
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A ossificação
heterotópica é caracterizada pela formação
de ossos normais ectópicos em tecidos moles. Duas formas
hereditárias raras de ossificação heterotópica,
a FOP e a POH, nos fornecem dados clínicos e patogenéticos
sobre as ossificações heterotópicas em
humanos. O importante entendimento da patologia molecular
e do desenvolvimento destas doenças pode conduzir a
estratégias mais efetivas na prevenção
e tratamento da ossificação heterotópica
em humanos.
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Kussmaul
WG, Esmail AN, Sagar Y, Ross J, Gergory S, Kaplan FS. Pulmonary
and cardiac function in advanced fibrodysplasia ossificans progressiva.
(Função pulmonar e cardíaca na fibrodisplasia
ossificante progressiva avançada). Clinical Orthopaedics
and Related Research. Sept. 1997.
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Vinte e cinco pacientes
com FOP, variando de 5 a 55 anos de idade foram estudados
durante um simpósio internacional sobre a doença.
História, exame físico, funções
pulmonares, eletrocardiogramas e ecocardiogramas foram feitos
em cada paciente. O exame físico do coração
e pulmões foi normal. Os paciente tinham uma expansão
torácica extremamente limitada, sugerindo dependência
da respiração diafragmática. O volume
dos pulmões era muito reduzido, mas os níveis
de fluxo aéreo eram relativamente normais. Os pacientes
tinham uma saturação de oxigênio capilar
normal. A ecocardiografia foi tecnicamente difícil,
mas não foi observada nenhuma anormalidade na função
do ventrículo direito e esquerdo. Dez paciente mostraram
evidências eletrocardiográficas de disfunção
do ventrículo direito. Estes pacientes eram mais velhos,
tinham FOP diagnosticada há mais tempo, aumento de
hemoglobina, e uma função pulmonar menor.
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Lanchoney
TF, Cohen RB, Rocke DM, Zasloff MA, and Kaplan FS: Permanent heterotopic
ossification at the injection site after diphtheria-tetanus-pertussis
immunizations inchildren who have fibrodysplasia ossificans progressiva
(Ossificações heterotópicas permanentes no
local da injeção da vacina difteria- tétano
- coqueluche em crianças que têm fibrodisplasia ossificante
progressiva). . J. Pediatrics. 126: 762-4, 1995.
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Em pacientes
com FOP a vacinação de rotina da infância
contra a difteria- tétano - coqueluche (DPT ou tríplice)
por via intramuscular representam risco significativo de ossificações
heterotópicas permanentes no local da injeção,
enquanto que a vacina contra sarampo, rubéola, e coqueluche
e que é administrada por via subcutânea não
traz riscos significativos. As injeções intramusculares
devem ser evitadas sempre que possível uma vez que
o diagnóstico de FOP for estabelecido.
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Lininger
TE, Brown EM, Brown M: General anesthesia and fibrodysplasia ossificans
progressiva (Anestesia geral e fibrodisplasia ossificante progressiva).
. Anesth Analg, 68: 175-6, 1989.
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A FOP em é
uma doença rara e hereditária com progressiva
ossificação dos tecidos conectivos dos músculos,
e ligamentos em associação com anormalidades
esqueléticas características. A doença
é caracterizada por um curso debilitante progressivo
envolvendo o sistema respiratório, o sistema músculo
esquelético e a coluna vertebral. Suas manifestações
sistêmicas criam uma situação desafiante
para o manejo anestésico , médico e cirúrgico.
Nós não encontramos nenhuma outra descrição
na literatura de anestesia geral um entubação
traqueal e uso de relaxantes musculares em pacientes com fibrodisplasia
ossificante de progressiva.
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Luchetti
W, Cohen RB, Hahn GV, Rocke DM, Helpin M, Zasloff MA, Kaplan FS.
Temporomandibular joint ankylosis following routine injection of
local anesthetic in patients who have fibrodysplasia ossificans
progressiva (Anquilose na articulação temporomandibular
após injeções rotineiras de anestésicos
locais em pacientes que têm fibrodisplasia ossificante de
progressiva). . Oral Surgery. 81: 21-25, 1996.
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A ossificação
espontânea da articulação temporomandibular
ocorre tardiamente no curso da FOP mas foi reportada após
procedimentos dentários ou traumas orais em qualquer
idade. Um estudo feito por correspondência de 60 pacientes
membros da associação internacional de FOP foi
conduzido para determinar a relação entre os
procedimentos odontológicos e as ossificações
e anquiloses subsequentes (fusão) da mandíbula.
As injeções de anestésicos locais durante
procedimentos odontológicos levam à riscos sérios
e imediatos do estímulo de ossificações
heterotópicas e conseqüente fusão das articulações
temporomandibulares em pacientes que têm FOP.
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Moriatis
J., Gannon F., Shore EM, Zasloff MA, and Kaplan FS. The prevalence,
natural history and pathogenesis of limb swelling in patients who
have fibrodysplasia ossificans progressiva.(Edema dos membros em
pacientes que têm fibrodisplasia ossificante progressiva).
Clinical Orthopaedics and Related Research. No. 336, March 1997
.
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O edema nos membros
foi observado em pessoas com FOP, e pouco se sabe sobre esta
complicação. Para determinar a prevalência,
história natural, e patogênese do edema dos membros
nesta condição, os autores revisaram relatos
médicos detalhados em 74 pacientes que tinham uma história
documentada de FOP. O edema agudo dos membros do ocorreu em
associação com surtos de FOP em quase todos
os casos. O edema agudo dos membros superiores era focal e
mais nodular, em contraste com o edema agudo dos membros inferiores
que era mais difuso. O edema agudo dos membros superiores
ocorreu em todos os 74 pacientes, enquanto que o edema agudo
dos membros inferiores o ocorreu em 47 dos 74 pacientes (64%)..
A intensa angiogênese e edema vistos na avaliação
histopatológica das lesões pré ósseas
de FOP pode ter um papel significativo na patogênese
do edema dos membros.
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Nussbaum,
B, O'Hara I, Kaplan FS. Fibrodysplasia Ossificans Progressiva: Report
of a case with guidelines for pediatric dental and anesthetic management.
Journ. Of Dentistry for Children.management (Fibrodisplasia Ossificante
Progressiva: Relato de um caso e guia para o manejo odontológico
pediátrico e anestésico). Nov/Dec 1996, 448-450.
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Este artigo fornece
o relato de um caso de uma menina de 4 anos com FOP que foi
admitida no Hospital para Crianças da Filadélfia
para procedimentos dentários. O artigo mostra o manejo
de problemas dentários difíceis em que precauções
assíduas são necessárias para prevenir
ossificações heterotópicas da mandíbula.
Inclui um manual para procedimentos anestésicos.
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O'Reilly
M, Renton P, Metaphyseal abnormalities in fibrodysplasia ossificans
progressiva (Anormalidades nas metáfises observadas na fibrodisplasia
ossificante progressiva). . Br J Radiol. 66: 786, 112-6, 1993.
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A FOP é uma
doença congênita rara em caracterizada pela por
ossificação difusa do tecido conectivo do extra
esquelético em. As características clássicas
e progressão da doença são descritas
em três casos que apresentam as características
clínicas e radiológicas gerais da FOP . Uma
característica constantemente vista foi o a alargamento
discreto das metáfises com pontas nas bordas, compatíveis
com alterações menores na morfologia óssea
durante o crescimento. Estas mudanças não podem
ser vistas depois da fusão das epífises. As
alterações maiores persistem durante a idade
adulta.
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Pazzaglia
UE, Beluffi G, Ravelli A, Zatti G, Martini A. Chronic intoxication
by ethane-1-hydroxy 1, 1-diphosphonate (EHDP) in a child with myositis
ossificans progressiva. (Intoxicação crônica
por etano-1-hidroxi -1-difosfonato (EHDP) em uma criança
de com miosite ossificante progressiva). Pediatri Radiol. 23:4,
459-62, 1993.
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Uma criança
com MOP foi tratada por oito anos com EHDP 30-40 mg/Kg por
dia. Mais tarde a criança passou a se queixar de dores
severas e progressivas nos ossos e articulações
que tornavam quase impossível ficar em pé e
andar. Um estudo radiológico do esqueleto mostrou lesões
semelhantes para a ao raquitismo. A suspensão do do
tratamento com EHDP produziu uma melhora substancial nas condições
gerais e bem como no quadro radiológico dos ossos.
Múltiplas exostoses foram observadas nesse caso e particularmente
aquelas ao redor dos joelhos apresentavam e uma morfologia
peculiar. Isto suporta a teoria que as exostoses se originam
de um defeito da modelação das metáfises.
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Rocke
DM, Zasloff MA, Peeper J, Cohen RB, Kaplan FS. Age and joint-specific
risk of initial heterotopic ossification in patients who have fibrodysplasia
ossificans progressiva. (Risco de desenvolvimento do de ossificações
heterotópicas iniciais relacionados à idade e a articulações
específicas em pacientes que têm fibrodisplasia ossificante
progressiva). Clin. Ortho. Rel. Res., 301: 243-248, 1994.
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Utilizando dados de
um estudo de 44 pacientes que têm FOP, os riscos de
novos envolvimentos articulares relacionados com a idade e
com articulações específicas foram estimados.
Regiões em que o risco de ossificação
heterotópica parece ser constante com a idade incluem
o pescoço, coluna, ombros, cotovelos, e tornozelos.
Região com risco aparentemente aumentado incluem a
mandíbula, os punhos, quadris e joelhos. Esta análise
permite aos clínicos estimar o risco de um novo envolvimento
de qualquer articulação em qualquer idade, bem
como a fração de pacientes com articulações
não envolvidas em qualquer idade. A variação
do risco de ossificação em cada articulação
nos dá a um guia clínico útil para as
características da progressão da doença.
Um este guia irá ajudar no planejamento das necessidades
individuais de cada paciente, bem como a antecipar os auxílios
sociais necessários e os programas de reabilitação.
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Roush,
Wade. Protein Builds Second Skeleton (Proteína constrói
um segundo esqueleto). . Science. 273: 5279, 1170, August 1996.
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Este artigo
resume as descobertas recentes sobre FOP. (destacado na edição
de 30 de agosto de 1996 do The New England Journal of Medicine)
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Shafritz
AB, Shore, EM, Gannon, FH, Zasloff, MA, Taub, R, Muenke, M, Kaplan,
FS. Ocverexpression of an osteogenic morphogen in fibrodysplasia
ossificans progressiva.(Aumento da expressão de um morfogen
osteogênico na fibrodisplasia ossificante progressiva). New
England Journ. of Med. 335: 555-561, 1996.
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Os autores estudaram
linhagens de células linfoblastóides extraídas
de células mononucleares do sangue periférico
de pacientes com FOP. No exame das proteínas morfogenéticas
ósseas e do RNAm, apenas as BMP 4 e seu RNAm estavam
presentes em níveis aumentados em células derivadas
de uma lesão fibroproliferativa recente em um paciente
com FOP. BMP 4 e RNAm estavam expressos nas linhagens de células
linfoblastóides em 26 de 32 pacientes com FOP. No grupo
controle de indivíduos normais este fato só
foi observado em uma pessoa.
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Shah
PB, Zasloff MA, Drummond D, Kaplan FS. Spinal deformity in patients
who have fibrodysplasia ossificans progressiva.(Deformidades na
coluna de pacientes que têm fibrodisplasia ossificante progressiva).
J. Bone Joint Surg. 76-A: 1442 1450, 1994.
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Radiografias e dados
clínicos são realizados para caracterizar as
deformidades da coluna em 40 pacientes com um diagnóstico
estabelecido de FOP. Vinte e seis (65%) dos pacientes tinham
escoliose, que, de acordo com os dados clínicos e a
análise dos pacientes, já estava presente durante
a infância. A ortose da coluna foi usada para tratar
a escoliose em dois pacientes, mas esse método resultou
em lesões da pele e falhou em deter a progressão
da curvatura. Cinco pacientes foram operados para corrigir
a escoliose na tentativa de obter uma fusão balanceada
da coluna. Cinco destes procedimentos falharam em deter a
progressão da curvatura ou foram associados a um aumento
da ossificação heterotópica.
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Smith
RM Athanasou NA, Vipond, SE. Fibrodysplasia Ossificans Progressiva:
clinicopathological features and natural history. (Fibrodisplasia
ossificante progressiva: características clínico patológicas
e história natural). QJM. 89: 445-6, June 1996.
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Pacientes com FOP
foram estudados por mais de 24 anos. Todos tinham caracteristicamente
hálux pequenos, potencialmente reconhecíveis
ao nascimento; possuíam alterações radiográficas
nos polegares, hálux, coluna cervical e metáfises
dos ossos longos, incluindo exostoses. Em 25 pacientes a ossificação
dos grandes músculos esqueléticos começou
ao nascimento até os 16 anos de idade. Ocorreu no pescoço
e nos músculos espinhais altos, e mais tarde ao redor
dos quadris, das articulações maiores e da mandíbula.
O grau de extensão da incapacidade resultante não
foi relacionado com o momento do início do quadro.
Nenhum tipo de tratamento obteve benefícios consistentes.
Apesar da combinação única de anormalidades
esqueléticas e ossificações heterotópicas,
geralmente o primeiro diagnóstico nos pacientes com
FOP é feito de forma errada ou é geralmente
retardado até que as ossificações heterotópicas
se iniciem. Que o veto atraso no diagnóstico se deve
principalmente à a falha no reconhecimento do significado
dos dedos anormais que estes pacientes apresentam. O diagnósticos
histológicos errôneos mais frequentes foram sarcomas
de tecidos moles ou a fibromatose.
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Wieder,
DL. Treatment of Traumatic Myositis Ossificans with Acetic Acid
Iontophoresis.(Tratamento da miosite ossificante traumática
com iontoforese de ácido acético). Physical Therapy.
72 (2): 133-6, 1991.
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O objetivo do relato
deste caso é documentar o tratamento de um paciente
que teve miosite ossificante traumática com iontoforese
de ácido acético. Uma solução
de ácido acético a 2% foi administrada por iontoforese
dentro da miosite ossificante, seguida por 8 minutos de pulsos
de ultra-som a 1,5 W/cm2. O tratamento foi realizado 3 vezes
por semana durante três semanas.
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Zasloff
MA, Rocke DM, Crofford LJ, Hahn GV, Kaplan FS: Treatment of patients
who have fibrodysplasia ossificans progressiva with 13-cis-retinoic
acid (isotretinoin)(Tratamento de pacientes com fibrodisplasia ossificante
progressiva com o ácido 13-cis-retinóico (isotretinoína)).
1997.
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Os retinóides
são uma família plausível de agentes
terapêuticos para a FOP devido a sua habilidade em inibir
a diferenciação de tecido mesenquimal em cartilagem
e osso. Dados de um estudo em pacientes com FOP indicaram
que a isotretinoína em doses de 1a 2 mg/kg/dia diminuiu
a incidência de ossificações heterotópicas
em regiões anatômicas não envolvidas.
Apenas uma das 88 regiões anatômicas que estavam
completamente não envolvidas no início do estudo
se tornou um envolvida durante o tratamento com a isotretinoína.
De qualquer forma 16 dos 21 pacientes (76%) desenvolveram
surtos em 38 das 143 (27%) regiões anatômicas
previamente não envolvidas enquanto estiveram em tratamento
com a isotretinoína. Estes dados não nos permitem
determinar se a isotretinoína foi efetiva em prevenir
os surtos da doença em regiões que tinham ossificações
mínimas no momento do início da terapia.
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